Homenagem ao lendário herói ancestral dos ingleses que deu título a um dos considerados "Cem Maiores Livros do Mundo" e tido como o mais antigo escrito em "Old English".

terça-feira, 20 de novembro de 2012

ORIGEM DO NOME DA FAMÍLIA AZAMBUJA


INTRODUÇÃO

Já há muito tempo venho tentando, como amador, naturalmente, montar a árvore genealógica da família Azambuja, sobrenome do meu pai, Carlos Ferreira de Azambuja. Tal tarefa tem, muitas vezes, sido provado muito difícil, quando não impossível, mesmo para profissionais da área. Logo constatei tal fato pessoalmente: muitas vezes as fontes são duvidosas, há muitos erros de transcrição, pessoas muitas vezes adotam o sobrenome sem possuir qualquer laço de consanguinidade com a família – era fato comum, antigamente, até mesmo escravos libertos, em reconhecimento a antigos patrões, adotarem oficialmente o seu sobrenome, assim criando personagens que nada tinham a ver com a família -, determinadas gerações não produzem varões que mantenham o sobrenome de interesse, outros simplesmente declinam do seu sobrenome paterno para adotar o sobrenome da mãe. Enfim, trata-se de empreitada complexa, cuidadosa e, sobretudo, longa, sem qualquer garantia de sucesso. Por essa razão, antes que as dificuldades me tentassem à renúncia do meu objetivo, decidi publicar esta pequena postagem em que apresento as origens do nome “Azambuja” bem com alguns fatos a ele relativos deixando, talvez, para as calendas gregas, não o prosseguimento da minha pesquisa maior, mas possivelmente a sua conclusão.

ORIGEM DO NOME E DESCENDÊNCIA

Parte da Espanha e Portugal na Península Ibérica
A origem da Família Azambuja remonta ao século XII, em Portugal. Em realidade, nessa época, Portugal não era ainda o país tal como o conhecemos hoje, mas apenas um “ex-Condado Portucalense”. Foi no início desse século que o reino de Portugal conseguiu a sua independência em relação ao Reino de Leon (um dos reinos da península Ibérica) e seu primeiro monarca, Dom Afonso Henrique (Afonso I), foi proclamado rei em 1139, de acordo com artigo que já publiquei em fevereiro de 2010, neste mesmo “blog”, sob o título “Breve Histórico das Origens de Portugal”, em três partes.
O sobrenome português “Azambuja” (etimologicamente significando “oliveira brava”, de origem árabe - azzabuja) tem origem local, constituindo-se num daqueles sobrenomes derivados do nome do lugar onde um homem uma vez viveu ou possuiu terras. Neste caso, este sobrenome vem do Município e da Vila de Azambuja, que é a sede do município, com uma população atual de 6.900 habitantes, pertencentes ao Distrito de Lisboa, Portugal.
Lisboa, na foz do Tejo e Azambuja, no centro do mapa
 O Município português de Azambuja é composto por nove freguesias: Alcoentre, Aveiras de Baixo, Aveiras de Cima, Azambuja, Maçussa, Manique do Intendente, Vale do Paraíso, Vila Nova da Rainha e Vila Nova de São Pedro, cujas localizações podem ser vistas no mapa. Em termos demográficos, a população do município era, em 1991, de 19.600 residentes para uma área geográfica de 262 km2; e a variação da população residente, entre 1960 e 1991, foi de 7%. A Vila de Azambuja é situada na bacia hidrográfica do rio Tejo, que deságua logo a jusante no Oceano Atlântico, a nordeste de Lisboa e a sudeste de Santarém.
A região de Azambuja foi conquistada pelo primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henrique, que governou do ano 1140 ao ano 1185, após árdua batalha em companhia dos Cavaleiros da Ordem de Cristo, anteriormente denominados Cavaleiros Templários, com o objetivo de expulsar os Árabes, na época Mouros, dessa região, já que ocuparam por séculos toda a Península Ibérica. Como recompensa, essa região foi doada ao nobre cruzado-cavaleiro D. Childe Rolim, que tornou-se seu primeiro senhor, sem lhe adotar o nome (Senhor de Azambuja). Sua filha Maria Rolim, casada com Gonzalo Fernandes de Tavares, batizou seu primeiro filho como Fernão Gonçalves de Azambuja, sendo este o primeiro descendente a levar o sobrenome Azambuja.
Nove freguesias de Azambuja
D. Sancho I, que sucedeu no trono a seu pai, Afonso I, em 1185, concedeu-lhe a carta de foral (carta de lei que regulava a administração de uma cidade) e mandou repovoá-la em 1200. Muitos anos mais tarde, em 1513, D. Manuel atribuiu-lhe novo foral.
Portanto, Fernão Gonçalves de Azambuja era filho de Gonzalo Fernandes de Tavares e sua esposa Dona Maria Rolim, Senhora de Azambuja e filha de Childe Rolim, primeiro lorde da cidade de Rolim, um título que lhe foi outorgado pelo Rei Sancho I, em 1200.
Os membros da família Azambuja são descendentes diretos de Fernão Gonçalves de Azambuja, que foi a primeira pessoa a ser assim chamada, uma vez que foi o primeiro lorde da cidade (no Reino Unido chama-se, até hoje, de “landlord”, o proprietário de alguma terra no campo, ou casa na cidade) com este nome. Na nomenclatura portuguesa, ele teria sido o primeiro Alcaide-Mor da cidade.
Bandeira Vila Azambuja
 Fernão Gonçalves de Azambuja foi designado Alcaide-Mor da cidade de Azambuja, por morte de seu avô, D. Rolim, e casou-se com Dona Ouruana Godins, filha de Don Godinho de Pousada e sua esposa, Dona Santa Pires. Tiveram três filhos: Rui Fernandes Rolim, Tareja Fernandes e Urraca Fernandes.
Rui Fernandes Rolim, também senhor de Azambuja, foi casado com Elvira Esteves de Avelar e teve com ela quatro filhos: Pedro Rodrigues Rolim, senhor de Azambuja, Paio Rodrigues de Azambuja, Estevão Rodrigues de Azambuja (alcaide-mor de Azambuja) e João Rodrigues de Azambuja.
Pedro Rodrigues de Azambuja casou-se com Teresa Rodrigues de Nóbrega e tiveram o filho Gonçalves Rodrigues de Azambuja. Este casou-se com Leonor Esteves e deles nasceu Leonor Gonçalves.
Estevão Rodrigues de Azambuja teve dois filhos: João Esteves de Azambuja e Afonso Esteves de Azambuja. A partir daí, os nomes se perdem na poeira do tempo. Mais tarde temos notícias de que a família Azambuja costumava acompanhar os monarcas portugueses desde o século XIV. Por exemplo, João Rodrigues de Azambuja e seu sobrinho Gonçalo Rodrigues seriam próximos de Afonso IV. Essas notícias informam também que a família Azambuja insere-se num grupo mediano dentro da nobreza da Corte, situado numa posição hierarquicamente inferior a de famílias mais influentes no período medieval, como os Sousas, os Meneses ou os Pachecos, entre outras.
Brazão Vila Azambuja
 O primeiro Azambuja a chegar ao Brasil, em 1683, chamava-se Manoel de Azambuja e veio para o começo de uma nova vida, uma nova geração, a origem de uma família que chegava ao Brasil.
Em 1732, Francisco Xavier Azambuja, filho de Manoel de Azambuja, iniciou uma geração de pioneiros que fez história na criação e revolução do Estado do Rio Grande do Sul, tornando-se a maior geração de descendentes de Azambuja.
A segunda maior geração dos Azambuja encontra-se em Minas Gerais e é formada por descendentes de João Ribeiro Azambuja, que saiu do Rio Grande do Sul por volta de 1760, espalhando-se pelo Triângulo Mineiro, Campo Formoso e Campo Florido.
Cerca de dois séculos após o primeiro Azambuja chegar ao Brasil, por volta de 1870, seus descendentes chegavam à terra do Pantanal Mato-grossense. Após a guerra do Paraguai, cinco gerações de doze irmãos dos Ribeiro Azambuja saíram do Triângulo Mineiro e chegaram à terra do Pantanal. Mais precisamente na região de Três Lagoas e Campo Grande (Garcia Azambuja); Ponta Porã e Itahum (Lopes Azambuja); Dourados (Luiz Azambuja); Maracajú (Ferreira Azambuja); Aquidauana (os gaúchos Azambuja).
Pelourinho de Azambuja
 Essa tornou-se a terceira maior geração de Azambuja. Uma geração de desbravadores, de criadores de gado, de educadores, de políticos, de profissionais liberais; de uma forma ou de outra, gente realizada.
Outras referências ao sobrenome Azambuja, incluem o batizado de uma Maria Azambuja (por acaso o nome de minha mãe), filha de Diniz Augusto de Azambuja e Brazilia da Silva P. Azambuja, que foi celebrado em Santa Efigênia, São Paulo, Brasil, em 10 de fevereiro de 1858. Joaquim Azambuja, seu irmão, foi batizado na mesma igreja, em 14 de abril de 1861.

AZAMBUJAS MAIS CONHECIDOS

Do fundador da família Azambuja, Fernão Gonçalves de Azambuja, resultaram portadores notáveis do sobrenome, que incluem, entre outros, o explorador e colonizador Diogo de Azambuja (1432–1518), o teólogo português Jerónimo de Azambuja, que morreu em 1563, e o escritor e genealogista José Gomes Amado de Azambuja.
Diogo de Azambuja, explorador da costa africana, liderou uma expedição à Costa do Ouro, com Bartolomeu Dias, em 1481 e morreu após essa viagem, seguindo fortes pelejas com sua saúde mental, com a idade de 86 anos. Deixou seu nome registrado na história de Portugal, chegando a ser mencionado por Pedro Álvares Cabral no livro “Nau Capitânia”, escrito por Walter Galvani.
O Padre Mestre Frei Jerónimo da Azambuja, da Ordem dos Dominicanos, professou no Convento de Santa Maria da Vitória da Batalha, a partir de 6 de Outubro de 1520, do qual foi, posteriormente, eleito prior. Tinha amplos conhecimentos de Teologia Escolástica e pleno domínio das línguas hebraica e grega. Foi embaixador régio no Concílio de Trento, no final do ano de 1545, com outros dois religiosos da mesma ordem. Dos seus escritos, só uma pequena parte se publicou, em comparação com o que escreveu durante toda a sua vida. Do convento serviu no Tribunal do Santo Ofício, em Lisboa, por ordem do Cardeal Infante, mas voltou mais tarde como provincial, em 1560.
General Estácio Azambuja
 Mais recentemente, no Estado do Rio Grande do Sul, surge o nome do chefe revolucionário Estácio Azambuja. Nascido em Camaquã a 18 de dezembro de 1860, muito cedo fixou residência em Bagé, onde permaneceu até a sua morte em 9 de abril de 1938. Durante a chamada “Velha República” (1889 – 1930), distinguiu-se pela efetiva participação nos movimentos armados que fizeram tremer o solo gaúcho. Na Revolução Federalista de 1893 esteve ao lado de Joca Tavares; na Revolução de 1923, contra Borges de Medeiros, organizou sua própria força, constituída, basicamente, por familiares e jovens de Bagé. Em todas as oportunidades mostrou energia e bravura exemplares, mostrando lealdade e escrúpulos que o notabilizaram pelo respeito dedicado à vida e aos bens dos adversários enfrentados.
Mais modernamente, surge o nome de Darcy Pereira de Azambuja, jurista, escritor, historiador e professor gaúcho. Nascido em Encruzilhada do Sul em 26 de agosto de 1903, era filho de Ignácio Soares de Azambuja e de Maria Josefa Pereira de Azambuja. Cursou o ensino primário na Escola do Prof. Inácio Montanha e, posteriormente, foi para o Colégio Militar, onde concluiu o curso de Agrimensura, em 1921. Em 11 de maio de 1927, fez-se bacharel em Direito pela Faculdade Livre de Direito de Porto Alegre, mesmo ano em que foi nomeado para a 4ª Promotoria Pública da Capital, a partir da qual exerceu vários cargos públicos na área jurídica. Foi professor da Faculdade de Direito de Porto Alegre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul e na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, onde lecionou um sem número de disciplinas, nos cursos de Direito, Ciências Sociais e Políticas, Jornalismo, Português, Letras Clássicas, Letras Neo-Latinas e Letras Anglo-Germânicas.
Darcy Azambuja
Foi membro do Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil – RS, membro do Instituto dos Advogados do Rio Grande do Sul, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul e membro da Academia Rio-Grandense de Letras. Recebeu o título honorífico de Comendador da Ordem da Coroa da Itália, concedido pelo Rei Vittoro Emmanuelli III (1937) e o de Officier d’Académie, concedido pelo Ministério da Educação da França (1948). Publicou vários livros, entre eles a obra jurídica “A Teoria Geral do Estado” e o livro de contos “No Galpão”. Este último obteve para Darcy Azambuja, em 1925, o primeiro prêmio de contos, instituído pela Academia Brasileira de Letras, além de ser apontado entre as coisas mais significativas já escritas sobre o Rio Grande.
De Darcy Pereira de Azambuja, diz Celso Pedro Luft, professor, gramático, filólogo, lingüista e dicionarista gaúcho: ‘Com os contos de “No Galpão”, retomou, com êxito, os caminhos da ficção gauchesca de categoria literária, trilhados por Simões Lopes Neto. O mesmo realismo seleto, com a observação do pormenor característico, a narrativa movimentada, o diálogo fidedigno. É a fronteira gaúcha com suas tradições, seus aspectos rústicos; a vulgaridade e a grandeza contrastante do campeiro, suas bravatas e heroísmos...’.
Darcy Pereira de Azambuja faleceu em Porto Alegre, em 14 de março de 1970.
Brasão de Armas da Família Azambuja
A Família Azambuja, com muita garra, venceu barreiras e obstáculos. Em 11 de janeiro de 2008, no Mato Grosso do Sul, foi fundada a AFA - Associação da Família Azambuja -, com o objetivo de unir seus descendentes, dando prosseguimento às tradições e resgatando sua historia.
 As armas, abaixo descritas, foram outorgadas à família, ostentando o nome Azambuja, cujo status de nobreza foi confirmado pela Corte Portuguesa.
O Brasão de Armas é subdividido em quadrantes. O primeiro e quarto possuem, sobre fundo vermelho, um castelo de três torres em azul celeste claro, sendo a torre do meio a mais alta; o segundo e o terceiro quadrantes com quatro bandas vermelhas sobre fundo dourado. O Coroamento traz um castelo, como nas armas.
Evidentemente, minha pesquisa não acaba aqui, pois essa é apenas a origem do nome Azambuja e a sua ligação com a lusitana terrinha natal. Continuamos levantando a genealogia dos Azambuja e um dia, quem sabe, conseguiremos mostrar a quem interessar possa, a completa saga dos Azambuja. Então, nos encontraremos novamente...

48 comentários:

portfolioandre disse...

Acho que mais dois Azambujas poderiam ser adicionados aí:
Professor Abílio Azambuja: http://www.planetsul.com.br/htm/colunistas/colaboradores/homero/anteriores/180820051.htm

e Historiador e escritor Péricles azambuja:
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/obituario/pericles-azambuja-51383.html

e

http://en.wikipedia.org/wiki/P%C3%A9ricles_Azambuja

portfolioandre disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Nelson Azambuja disse...

Prezado portfolioandre:

O Professor Abílio Azambuja foi também meu professor no curso científico do Colégio Júlio de Castilhos, na disciplina de Química Orgânica, que tive que, afinal, acabar aprendendo para ser aprovado. O historiador Péricles Azambuja eu não conheci, mas vou pesquisar. Como falei na postagem, o maior objetivo foi apenas explicar sobre as origens do nome Azambuja. Possuo também um "blog" com uma árvore da minha família, antecedentes diretos mais próximos e descendentes, e um esboço da família Azambuja, desde as suas origens, em desenvolvimento.
Muito grato pela contribuição.

InesAza disse...

Gostei de ler já aprendia mais qualquer coisa hoje. Obrigada pela sua pesquisa.
Inês Azambuja

InesAza disse...

Já aprendi algo hoje. Obrigada pela pesquisa.

Inês Azambuja

Nelson Azambuja disse...

Prezada Ines:
É uma grande alegria saber que, além de me proporcionar o prazer de simplesmente pesquisar e escrever, o blog tem servido para ajudar outras pessoas. Fico também muito feliz por ter encontrado mais uma "Azambuja". Por que não te juntas a nós, enviando dados sobre a tua família? Digo isto porque tenho um outro blog, com a genealogia da minha família, descendentes e antecedentes. Além disso, estou "fabricando" a árvore genealógica da família "Azambuja" no Brasil e já tenho elementos muito importantes. Quem sabe lá ias nos ajudar bastante, com nomes e referências.
Grato pelos comentários e um grande abraço,
Nelson Azambuja

A Azambuja disse...

Bom dia Nelson;
Eu sou mais um Azambuja de Portugal.
Eu tenho andado a construir uma arvore da nossa familia e colaterias e consegui recuar 11 (onze) gerações e encontrei Catarina Azambuja, falecida a 2 Mar 1641. Recuar mais do que isso já não é fácil porque os assentos paroquiais anteriores foram destruidos.
Penso que a nossa familia seja descendente de Diogo de Azambuja, embora não tenha conseguido provar isso, a quem foi dado foral, por serviços prestado ao reino, de Montemor o Velho, distrito de Coimbra.
Catarina morreu numa freguesia do concelho de Montemor o Velho, Meãs do Campo.
Existem portanto muitos Azambuja's
originários dessa região, embora D. Diogo de Azambuja tivesse nascido em Montemor de acordo com a Wipikedia e a Geneall não sei se os seus antepassados têm alguma relação com a vila de Azambuja, distrito de Lisboa.
Estou ao seu dispor para aprefundar ou ceder dados deste ramo Azambuja.
António Azambuja

Adriana de Azambuja Luz disse...

Boa Noite Nelson!
Foi muito bom ler uma pesquisa tão rica em detalhes sobre nossa família. Darcy Azambuja , era irmão de meu bisavô Fernando Noronha de Azambuja, casado com Universina Dornelles de Azambuja, Meu avô, Telmo Dornelles de Azambuja.
Parabéns pelo blogger.
Adriana de Azambuja Luz

Nelson Azambuja disse...

Prezada Adriana:
Com muita alegria recebi o teu comentário. Muito feliz fiquei ao saber das tuas ligações com o Darcy e Telmo Azambuja, este bastante mencionado por meu pai, enquanto ainda vivo. Infelizmente, não tenho conseguido avançar na pesquisa da árvore genealógica como gostaria; há Azambuja, como nós, espalhado por esse mundo de Deus, que não acaba mais.
Obrigado pela participação e aparece sempre. Um grande abraço,
Nelson Azambuja.

Unknown disse...

Ola Nelson, eu sou Jarbas de Azambuja, sobrinho do Prof. Abilio de Azambuja e primo em segundo grau de Pericles, resido em Sta. Vitória do Palmar-RS, e gostei muito do que voce já mostrou, estou vendo por aqui em cartórios locais, meus anteoassados, pois pelo que sei, nossa família é uma só, que veio em número de 7 irmãos de Portugal.
abraços

Jarbas

TaczinhoW disse...

Olá Nelson,
Meu nome é Thaian Azambuja da Costa.
Achei seu "blog" muito interessante.
Sempre tive muita curiosidade sobre a família Azambuja, mas nunca pesquisei a fundo.
Tenho vontade de conhecer o Sul do Brasil e Portugal somente por causa dos meus sobrenomes (Azambuja da Costa), ambos portugueses.
Em relação a história dos Azambujas aqui no Brasil, a única coisa que eu sei é que estão em maior número no Sul e Sudeste.
Sou de Manaus-AM e não conheço ninguém aqui com esse sobrenome.
Minha vó, Manoelina Gonçalves Azambuja, já falecida, veio pra cá de São Paulo e teve duas filhas (Cátia Gonçalves Azambuja e Cláudia Gonçalves Azambuja), e cinco netos.
Meu avô, Ney Gonçalves Azambuja, ainda é vivo e ele mora em Porto Alegre.

Valeria disse...

Ola, muito interessante seu estudo, espero que nao pare por aqui. Sou Valeria da Silva Azambuja, minha familia é de Sao Francisco de Assis, bem proximo a Bage ( talvez isso explique a roigem dos Azambuja naquela regiao). Hoje moro em Porto Belo, e aqui proximo na cidade de Brusque tambem possui muitos Azambujas.

Nelson Azambuja disse...

Prezada Valéria:

Obrigado pela participação. Pois essa é a questão mais complicada: a falta do tempo necessário para se fazer tudo o que se quer. Mas tenho muita vontade de continuar; na verdade a pesquisa está em andamento. Dei aula na FURB por 17 anos e fiquei sabendo dos muitos "Azambuja" de Brusque. Os de Bagé são certamente parentes.
Um grande abraço.

Sergio Azamb disse...

Olá Nelson!
O meu nome é Sergio Augusto de Azambuja Gonçalves filho de Josefina de Azambuja Gonçalves (Venâncio Aires - RS)e de Adilson Mattos Gonçalves (Rio de Janeiro - RJ) e neto por parte de mãe, de Heronita Pereira Junqueira (RS)e Parmínio Patrício de Azambuja (RS). Achei muito interessante o seu blog até porque existe uma boa chance de sermos parentes. Um grande abraço e feliz 2015!

Evelyn disse...

Muito interessante! Adorei conhecer melhor a história do meu sobrenome! Abç. Evelyn Azambuja

Nelson Azambuja disse...

Prezada Evelyn:

Muito obrigado pela participação. Fiquei muito feliz por mais um comentário sobra a origem do nome da Família Azambuja. Duas observações que vão, não apenas para ti, mas também para os demais que postaram comentários sobre o mesmo assunto. O primeiro é que já estou lamentando muito não ter-me dedicado mais ao nome dos Azambuja. Quem trabalha com genealogia (que não eu) sabe que é trabalho terrível com pouco dividendo. Realizo outra pesquisa, esta sim, sobre a genealogia da família Azambuja e não apenas sobre a origem. Está bem árdua e como tenho outros assuntos que me interessam, vou protelando este que acabou se tornando o top de linha.
A segunda observação é que eu aproveito a oportunidade para pedir desculpas a alguns dos leitores que postaram comentários sobre este assunto, por não ter-lhes respondido, por absoluta falta de tempo e jamais por descortesia. A mecânica desses blogs só permite o comentário em ordem; se não posto na hora, ele fico totalmente defasado no tempo.

Um grande abraço,
Nelson.

Unknown disse...

Interessante! Muito Obrigada!
Achei interessante “Azambuja” (etimologicamente significando “oliveira brava”), pq explica muuito! ahaha e AZZABUJA!
Saberias me referir qualquer proximidade com o ABUJANRA, comum no RJ!? Parece-me uma variação! ;)
Muita luz no teu caminho!
Beijinhos

mateus rodrigues de souza disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nelson Azambuja disse...

Prezados Amigos Leitores:

Quero, mais uma vez, agradecer os dois últimos comentários recebidos, sobre as origens da família Azambuja. Já tive oportunidade de dizer uma vez que, quando postei esse artigo, jamais pensei que ele teria o "ibope" que teve; e por isso fico muito contente e agradecido pelos comentários postados. Apenas lamento não poder oferecer aos leitores aquilo que eu realmente gostaria de oferecer, que seria a árvore genealógica completa da família Azambuja. Este seria um trabalho de profissional especializado no assunto, que não sou. E às vezes fico triste com a alguns comentários que recebo, por não poder oferecer mais, apenas por isso. Até tentei uma pequena investida sobre a genealogia da família, mas devido às outras múltiplas atividades que mantenho e que desejo realizar, fui obrigado a abandonar. E por isso peço desculpas a todos. Mais uma vez, muito obrigado pelos comentários postados.

AUGUSTO FAUSTINI disse...

Prezado Nelson Azambuja:
Fiquei muito feliz em descobrir o seu Site, quando procurava saber sobre a origem de minha avó materna ERNESTINA AZAMBUJA, gaúcha, falecida ainda muito jovem - até onde eu sei ela faleceu após 6 meses da data de nascimento de meu pai no final de 1913. Pelo quadro dela, que meu avô mandou pintar e mantinha na parede de seu escritório, ela era muito bonita, com cabelos cor de mel e olhos azuis (talvez verdes - e se me permite a brincadeira - já trabalhei para a família Iochpe, de Ivoncy, Daniel e Iboti - "Tche; bá, bá, barbaridade; ela deveria ser uma bela guria") e teria descendência italiana (pelo que me recordo - já tenho 69 anos). Vi o quadro quando ele, já no Rio de Janeiro, já era General da Reserva e meu pai foi visitá-lo no seu aniversário (ele se casou novamente, mas não foi criado pela madrasta; uma irmã de meu avô, solteirona o criou). Eles eram primos irmãos do Mal. Castello Branco e meu avô uns dez anos mais velho - Gal. Tancredo Faustino da Silva. Era uma família de militares. Eu ainda tinha dois tios-avôs, que também chegaram ao Generalato e um deles, mais novo, esteve na 2ª Guerra, quando major, ao lado de Castello Branco. Bem, não vou mais tomar seu tempo, mas estou colocando esses dados, pois imagino que minha avó Ernestina poderia ser filha de um Militar do Exército. Afinal, o Rio Grande do Sul é a terra do General Estácio Azambuja e, como Catello Branco, meu avô Tancredo também esteve a serviço do Exército, por essas maravilhosas plagas gaúchas, que reputo como habitada pelo povo mais culto e tradicional e um orgulho para o Brasil. Enfim, antecipadamente grato, por qualquer que seja a sua resposta, ficaria muito feliz se o senhor tivesse alguma informação sobre a origem de minha avó, caso ela seja, de fato, descendente do tronco dessa tradicional família estudada de forma tão brilhante pelo senhor. Grato, Sergio Faustino - ESTOU TENDO DIFICULDADES PARA ENVIAR A MENSAGEM em função dos bloqueios automáticos. Bem vamos ver se consigo "enganar" as barreiras e fazer ele chegar ao seu conhecimento. Favor se, for o caso, enviar a resposta por este e-mail> ("sergiofaust" do estadao (sem o til) e o convencional 'ponto com ponto br' - se eu não escrecer assim ele é apagado automaticamente aqui do corpo do comentário -, pois o que o Google está indicando eu não uso há algum tempo e posso não conseguir abrir - creio que o usava no site de obras de artes - pinturas - do Fickr

Nelson Azambuja disse...

Prezado Sérgio Augusto Faustino da Silva.

Infelizmente, pois eu gostaria muito de poder ajuda-lo, como a todos os demais que têm gentilmente escrito sobre o assunto, não posso ir muito mais além do que já escrevi na postagem e em meus comentários adicionais.
Como sempre tenho dito, genealogia não é um assunto para amadores. Eu comecei a tentar desenhar a árvore genealógica da família Azambuja, mas devido aos muitos outros assuntos que tenho publicado, interrompi o trabalho que exigia dedicação exclusiva. Tenho outros dois sites na Web: um da minha própria família e outro do nome Azambuja. Este segundo foi interrompido pelo mesmo motivo anterior. O da minha família está ativo, mas no que se refere aos antecedentes, segui apenas pelos parentes do pai do meu pai (meu avô paterno), Astrogildo Moreira de Azambuja, e assim mesmo consegui chegar apenas até o meu tetra-avô. Nessa busca, não consegui encontrar o nome de Ernestina Azambuja e, portanto, nem mesmo sei se ela pertenceria ao tronco dos nossos “Azambujas”. Seu pai, nascido em 1913, é um ano apenas mais velho que o meu, nascido em 20 de setembro de 1914. Infelizmente, como já disse, não tenho elementos sobre outros irmãos de meu avô para saber mais concretamente sobre Ernestina Azambuja.
Estou com 71 anos, mas nem sequer Mestrado possuo na área da saúde individual. É preciso tomar cuidados quando chegamos a essa idade.
Parabéns pela ilustre família de militares, classe pela qual nutroo especial apreço; principalmente pelo Mal. Castelo Branco, primeiro dos Presidentes do regime militar iniciado em 1964. Cheguei a estudar e tenho livros sobre o Gen. Estácio de Azambuja.
Agradeço pelos elogios aos gaúchos, entre os quais me incluo, sem qualquer espécie de bairrismo piegas.
Permaneço ao seu dispor para outros contatos, no que puder ser útil.
Um grande abraço
Nelson Azambuja.

Origem Azambuja disse...

Olá Nelson, fiquei surpreso em ver seu blogger, sem querer, onde vejo algo sobre Azambuja, fico curioso, me chamo Juliano Azambuja, sou um dos criadores e presidente da AFA- Associação da Família Azambuja aqui em Dourados-Mato Grosso do Sul, sambem inicie uma pesquisa sobre a família Azambuja, desde Portugal, onde chegamos a cria a AFA para poder divulgar um pouco do que tínhamos a genealogia, em 2008 fizemos o primeiro encontro da família que reunir mais de 600 pessoas, e a partir dai, de 2 em 2 anos fazemos um encontro, esse ano em abril foi o 5º encontro, temos a origem desde Portugal até a terra do Pantanal, como você disse, os afazeres da vida não deixa a gente fazer mais coisas do que queríamos, minha pesquisa esta para da devido aos nascimentos de meus filhos, onde dedico meu tempo. Mas nunca esqueço dos detalhes da origem da família Azambuja, ainda gostaria muito de um dia encontrar com voce e podemos discutir sobre esse assunto apaixonante, quem sabe no próximo encontro da família. Um grande abraço.
Juliano Azambuja

Nelson Azambuja disse...

Prezado Juliano:

Muito obrigado pelos comentários. É um grande prazer conhecer, mesmo que pela Internet, mais um Azambuja.
Já fiz esclarecimento semelhante anteriormente. É óbvia a razão dessa minha pequena pesquisa, tendo em vista o meu sobrenome Azambuja. Iniciei uma grande pesquisa sobre os "Azambuja", mas declarei a minha derrota porque, definitivamente, é matéria para especialista. Ainda tenho esse material comigo, além de livros e artigos e, quem sabe um dia, eu retorne a ele. Além disso, tenho o meu próprio site da "Família Nelson Azambuja" onde, muito naturalmente, além de avançar aos nossos descendentes, tive que retroagir aos nossos antecedentes, e fi-lo até onde consegui. Também iniciei, na Internet, uma "Árvore Genealógica dos Azambuja" que, como explicado anteriormente, foi interrompido.
Há algum tempo já, ouvi falar da AFA, mas ainda não tive a oportunidade de um contato pessoal. Seria uma honra enorme e me daria muito prazer receber um convite para participar de um próximo encontro da AFA, em Dourados ou em qualquer outro lugar. Certamente teríamos uma conversa muito agradável.
Um grande abraço,
Nelson Azambuja.

PAULO AZAMBUJA disse...

Meu nome: Paulo Roberto Sant'Anna de Azambuja , filho do Engenheiro Cívil Paulo Roberto Puente de Azambuja e parente do professor Abílio Azambuja.
Meu pai pesquizou sua origem, árvore e entregou-me antes de morrer. Atualmente moro em Viamão/Rs, nasci em Porto Alegre no dia 29/05/1963. Se desejar conversar ligar: 51 31292001, 99678808 da Vivo; 85921444 da Oi e whatsapp 82952926.
Abraço e parabéns pela pesquiza.

Nelson Azambuja disse...

Prezado Paulo:
É um grande prazer tê-lo por aqui. Como se não bastasse o sobrenome Azambuja, ainda temos o Sant'Anna para compartilhar. Além disso, também sou engenheiro civil, formado em 1968. Tenho a impressão que conheci o teu pau. Ele é formado em que ano? E também fui aluno do Professor Abílio Azambuja (tio-avô), no ano de 1961, durante o meu segundo ano do antigo Científico, no Júlio de Castilhos.
Os telefones estão anotados e vamos tentar um contato assim que possível.
Muito grato pelo comentário.
Um grande abraço,
Nelson.

Unknown disse...

Ola, prazer.
Me chamo João Cláudio Querotti Azambuja, filho de Cláudio patrício Czychy Azambuja, e neto de Euzébio dias Azambuja, e bisneto de patrício Barreto Azambuja.
Pela parte de meu pai, a família se constitui com mais três irmãs. E com três primos criados como irmãos pelo meu avô, a família Azambuja ao nosso entorno se encontra muito grandiosa.
E adorei saber q tenho muitos ramificações perdidas por esse mundo afora e saber minhas raizes.
98805779 deixo meu telefone para contato se quiser conversar, tenho whats app também.
Muito obrigado por sua atenção e por todos parentes que compartilharam informações .

Paula disse...

Sou descendente dos Ribeiro Azambuja, da região do Triângulo Mineiro..fiquei feliz em ler sua pesquisa. :)

Nelson Azambuja disse...

Prezada Paula:

Muito incipiente o trabalho, tristemente reconheço hoje, ao ver tantos Azambuja se interessando pela matéria. Bem mais largos e ambiciosos eram os meus objetivos quando iniciei essa pequena pesquisa. Infelizmente, entretanto, o assunto mostrou-se mais complexo do que poderia imaginar, aí fruto da minha inexperiência. Além disso, se visitaste o o meu "blog" pudeste constatar, os assuntos de interesse se multiplicaram e comecei a concordar com Sócrates quando, entre outras coisas disse " ... só sei que nada sei ...". E a fome pela busca de novos conhecimentos me impediu de retornar a tão querido assunto. A esperança é voltar, com certeza, um dia.
Muito obrigado pelo comentário e um grande abraço.
Nelson Azambuja.

Humberto Azambuja disse...

Parabéns pela iniciativa. Texto elucidativo e rico em detalhes. Meu pai, Nilvo Francisco Azambuja ( 04/10/1938 - 27/02/2000) nasceu em Encruzilhada do sul e pouco sei dos antecedentes. O mais distante que conheço é Januário Azambuja, talvez tataravô. Um abraço cordial. Humberto Azambuja.

Humberto Azambuja disse...

Parabéns pela iniciativa. Texto elucidativo e rico em detalhes. Meu pai, Nilvo Francisco Azambuja ( 04/10/1938 - 27/02/2000) nasceu em Encruzilhada do sul e pouco sei dos antecedentes. O mais distante que conheço é Januário Azambuja, talvez tataravô. Um abraço cordial. Humberto Azambuja.

Nelson Azambuja disse...

Prezado Humberto:
Muito obrigado pela participação e comentários.
Mas como sempre tenho falado, muito longe de "uma falsa modéstia", tratou-se apenas de uma introdução em busca dos Azambuja's, suas origens, feitos e história. Algo em que eu realmente gostaria de ter conseguido avançar e, por mil razões, não consegui. Mas nunca perco as esperanças ... ainda mais quando vejo o interesse que despertou em pessoas como tu. Vamos ver ...

Obrigado, novamente, e um grande abraço. Nelson Azambuja

Varlei Azambuja disse...

Ola meu nome é Varlei claudemir rosa de azambuja!sou de Gravatai Rs!Meu pai Carlos gomes de azambuja,filho de Ignacio soares de azambuja e América de Azambuja!meu face warley rosa!abraços

Varlei Azambuja disse...

Ola sou Varlei Claudemir Rosa de Azambuja,filho de Calrlos Gomes de Azambuja!Meus avos eram Ignacio Soares de Azambuja e America Soares de Azambuja!Meu pai era de Dom Pedrito!Bom Saber sobre nossas origens!obrigado!

Arlei Azambuja disse...

presado senhor Nelson Azambuja.
fiquei de uma certa forma fascinado pela sua pesquisa, muito mais por ter encontrado o nome de meu avo nela ¨Ignacio Soares de Azambuja¨ e ter a oportunidade de saber o nome de mais um tiu.
obrigado por resgatar parte desata historia familiar muito linda



Arlei Azambuja disse...

presado senhor Nelson Azambuja.
fiquei de uma certa forma fascinado pela sua pesquisa, muito mais por ter encontrado o nome de meu avo nela ¨Ignacio Soares de Azambuja¨ e ter a oportunidade de saber o nome de mais um tiu.
obrigado por resgatar parte desata historia familiar muito linda



simone disse...

Sou filha de Azambuja. Meu Pai se chama Nei Rosa Azambuja, filho de Carlos de Azambuja, todos naturais do RS. Fico feliz em saber que alguém está tendo algum sucesso nesta tarefa da árvore genealógica. Eu mal comecei e desisti.

Nelson Azambuja disse...

Prezados Parentes "Azambujas":

Imagino que tenha sido uma enorme coincidência três novos parentes terem se manifestado no mesmo dia! E fico muito feliz com isso. Fico também com uma certa dúvida sobre os nomes de Varlei e Arlei que, inicialmente, pensei serem um só pessoa com erro de grafia. Depois vi que não, pelos endereços de e-mail e também pelas fotos que acompanharam os comentários, quando postados. Vocês são parentes? Mesmo avô Ignácio ...
Quanto à Simone, mais uma coincidência: meu pai chama-se Carlos (Ferreira) de Azambuja!
Quero muito agradecer a participação de vocês e repetir o que sempre tenho dito a outros que postaram comentários. Minha intenção era, de início, avançar muito no assunto; infelizmente, é matéria muito mais complicada e ampla do que poderia imaginar quando iniciei. Quem sabe um dia eu consigo ir mais longe, sempre com a colaboração de vocês.
Um grande abraço aos três novos parentes.

Unknown disse...

Bom dia sr. Nelson.
Me chamo Mércio Adeli de Azambuja, filho de Adeli Simões de Azambuja, neto de Elsa Simões Azambuja e Ângelo Xavier de Azambuja. Logo mando o nome dos meus bisavós. Meus bisavós, avós e meu pai do gaúchos de formigueiro e são Sepé.
É um prazer poder conhecer mais um pouquinho de quem sabe meus parentes.
azambamusic@gmail.com

Nelson Azambuja disse...

Prezado Mércio:

Muito grato pela contribuição! O prazer é todo meu por conhecer mais alguns membros da grande família Azambuja.
Um grande abraço,
Nelson Azambuja

Marilson Moreira de Azambuja disse...

Gostei da pesquisa, meu bisavô ,Alfredo de Azambuja, veio do Sul em 1900 para o Rio de Janeiro, onde gastou toda a erança, ficando falido. Se tiver alguém procurando o Alfredo, posso dizer que constituiu família, conforme o dito de quem vos fala, Marilson Moreira de Azambuja.

Nelson Azambuja disse...

Prezado Marilson:
Muito obrigado pela contribuição! Os "Azambujas" estão tomando conta do Brasil! rsrsrs...

Um grande abraço.
Nelson.

Roselaine disse...

Prezado Nelson, grata por sua pesquisa! Sou Roselaine Azambuja, neta de Armando Azambuja,natural de Bagé que constituiu família em São Gabriel; meu avô era irmão de Estacio Azambuja, filho(s) de Candido Azambuja. Tenho interesse em saber mais sobre a família e gostei imensamente de aprender, em seu blog, sobre essa trama da história que nos revela a origem do nome e destaca personagens e suas interessantes trajetórias. Receba os melhores votos para sua atividade de pesquisa.

Nelson Azambuja disse...

Prezada Roselaine:
Muito obrigado pela participação.
Pois quando eu postei este pequeno artigo, nunca imaginei que ele teria a repercussão que teve. Acho que subestimei a importância do nosso sobrenome. Na verdade, minha ideia original era prosseguir no estudo do nome "Azambuja", mas outros assuntos me absorveram de tal forma que não pude prosseguir com a ideia. Coletei alguns pedaços de todas as coisas, comecei a escrever o esboço do que seria uma "árvore genealógica" ... mas desisti. Não é uma tarefa simples para amador ... Tenho comigo, comecei a ler mas não concluí, uma pequeno livro chamado "Estácio Azambuja - Ensaio Biográfico". Foi escrito por um neto materno, chamado Eduardo Contreiras Rodrigues. Penso que poderia te interessar, se ainda não o possuis. Espero poder um dia retornar ao assunto. Se isso acontecer vou me lembrar de te avisar. Um grande abraço.
Nelson.

Unknown disse...

Olá,, sou descendente .. dos Xavier de Azambuja...

Nelson Azambuja disse...

Maravilha! Bem vindo e muito grato pela participação.
Nelson

Miguel Zinelli disse...

Ola...Meu bisavô era Estacio Azambuja casado com Celanira Soares, viveram e moraram em Uruguaina-RS, de onde originou e vivem várias famílias. Ele teve as filhos: Idalina Soares azambuja,*1899 (minha vó paterna), Filisbina Soares Azambuja,Olegário, Teófilo, João Azambuja, Antonio. Dados que tenho Estácio era do Uruguai, que veio para o Brasil, pois minha Avó, nasceu no Uruguai, se alguem tiver relação com essa família, agradeceria o contato.Miguel da Costa.

Luiz Az disse...

Olá!
Me chamo Luiz Carlos Neves de Azambuja. Gostei muito de sua pesquisa sobre a origem da família Azambuja, e gostaria de sugerir a inclusão do desembargador Armando Azambuja (meu bisavô) e do juiz e político Herophilo Azambuja (meu avô) na sua pesquisa.

Nelson Azambuja disse...

Prezado Luiz Carlos!
Muito obrigado pelo seu comentário. Só Deus sabe o quanto lastimo não possuir mais tempo para dedicar a este assunto que me é tão caro e aos membros tão interessados desta querida família Azambuja. Possuo muito material sobre o assunto e muito já escrevi que necessita acabamento e revisão antes de poder ser publicado. Mas estou metido em tantas outras pesquisas que o tempo já curto fica cada dia menor.
Fica a minha promessa de considerar os nomes queridos enviados, para uma futura pesquisa e inclusão em outros artigos.
Novamente, muito obrigado pelo interesse e um grande abraço.
Nelson Azambuja