Homenagem ao lendário herói ancestral dos ingleses que deu título a um dos considerados "Cem Maiores Livros do Mundo" e tido como o mais antigo escrito em "Old English".

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

TRIBUTO A PATSY CLINE

Patsy Cline, nascida Virginia Patterson Hensley, no dia 8 de setembro de 1932 e tragicamente falecida em um acidente aviatório em 5 de março de 1963, foi uma cantora norte-americana “country” que deleitou-se com a música popular através do sucesso durante a era do “Nashville Sound”, no início dos anos sessenta. Desde a sua morte, com a tenra idade de trinta anos, no pico da sua carreira, ela tem sido considerada uma das mulheres vocalistas de maior sucesso, influentes, reverenciadas e aclamadas do século XX. A história de sua vida e carreira foi objeto de vários livros, filmes, documentários, artigos e peças de teatro.
Patsy Cline foi mais conhecida por seu maravilhoso timbre e a emocionalmente expressiva e vigorosa voz de contralto que, junto com seu papel como movedora e agitadora da indústria da música “country”, tem sido citada e louvada como inspiração por vários vocalistas de vários gêneros musicais.
Postumamente, milhões de seus álbuns foram vendidos nos últimos 45 anos e ela recebeu numerosos prêmios que lhe proporcionaram um status de ícone semelhante ao das lendas da música Johnny Cash e Elvis Presley. Apenas dez anos após a sua morte, ela tornou-se o primeiro artista solo feminino introduzido ao “Country Music Hall of Fame” (Hall da Fama da Música Country). Em 2001 ela foi votada pelos artistas e membros da indústria da música country como Número 1 no especial para televisão da Country Music Television das “40 Maiores Mulheres da Country Music” de todos os tempos e, em 1999, ela foi votada como a Número 11 no especial da VH1 “As 100 Maiores Mulheres do Rock and Roll” de todos os tempos, por membros e artistas da indústria do Rock. De acordo com a sua placa de 1973 do Hall of Fame da Country Music, “Sua herança de gravações eternas é o testemunho à sua capacidade artística".
Patsy Cline nasceu na cidade de Winchester, estado da Virginia, filha de Sam e Hilda Patterson Hensley, um ferreiro e uma costureira, e era a mais velha de três crianças. Teve uma infância infeliz e cresceu uma garota pobre “no lado errado dos trilhos”, seu pai tendo abandonado o lar quando ela tinha quinze anos de idade. Uma grave doença, enquanto criança, causou-lhe uma infecção na garganta que, de acordo com Patsy, resultou no grande presente que foi a sua voz.
Para ajudar a sustentar a sua família após seu pai tê-la abandonado, ela desistiu do secundário e teve vários empregos: engarrafadora de refrigerantes e garçonete durante o dia e cantora de boates locais à noite, vestindo o seu famoso vestido com franjas à moda do oeste, desenhado por ela própria e feito por sua mãe Hilda.




Após ter sido descoberta e brilhar por oito anos como cantora, o avião em que viajava de volta para casa, em Nashville, pilotado por seu segundo marido, sob mau tempo, após um show beneficente em Kansas City, Kansas, bateu às 18:20 hs, de acordo com o relógio de Patsy, em uma floresta nas vizinhanças de Camden, Tennessee , a somente 150 km do seu destino. O avião havia caído com o nariz para baixo e não houve sobreviventes.
Muitos dos itens recolhidos pelos fãs, após o acidente, foram mais tarde doados ao “The Country Music Hall of Fame”, mas o vestido branco de chifon que Patsy usara no seu último concerto, nunca foi encontrado.
Ela foi enterrada em sua cidade natal, Winchester, Virginia, no Shenandoah Memorial Park e seu túmulo é marcado com uma simples placa de bronze onde se lê: Virginia H (Patsy Cline) “A morte não pode matar o que nunca morre: Amor.”
Entre os seus grandes sucessos, podemos encontrar: "Walkin' After Midnight", "I Fall to Pieces", "She's Got You", "
Crazy", e "Sweet Dreams".



Após essa curta biografia, do alto da minha ignorância, eu pergunto aos meus amigos: sabem de quem eu estou falando? Possivelmente, a grande maioria dirá um sonoro não; não irá reconhecê-la ou se lembrar, tal como aconteceu comigo. Esta foi exatamente a razão porque tanto desejei escrever esse tributo a Patsy Cline. Entretanto, escutem a melodia “Crazy”, do famoso Willie Nelson, aqui colocada como anexo e, tal como eu fiz, deliciem-se, recordem, comovam-se e prestem também tributo, se assim o desejarem, à garota que a interpreta, Patsy Cline.

2 comentários:

Alice disse...

Parabéns!!! Obrigada pela música Crazy que é um deleite e sensibilidade para mim !!! e parabéns pela merecida homenagem a esta cantora com voz que é um encanto!!!
Bom saber que tem pessoas como vc!!!! felicidades sempre!!!!!

Nelson Azambuja disse...

Minha cara Alice:

Muito bom receber o teu comentário! Vamos continuar nos esforçando para merecê-los sempre. Fica com a gente!
Um grande abraço.